segunda-feira, 15 de março de 2010

A Universal de Edir Macedo está ungindo KY para um sexo mais profícuo!

Li esta matéria no blog Genizah e resolvi postar por se tratar de tamanho absurdo!!
Este evangelho me da náuseas!  Virou ou não virou virou bagunça... não existe mais escrúpulos...
Mas vindo desta corja da IURD nada me espanta mais.
Segue a matéria na integra.


Não ri não irmão! É sério! 
QUA QUA QUA! (Tá bom! Ri que tá esquisito o negócio!)


Estes 171 Pastores da IURD estão descontrolados!



Recebi por estes dias alguns e-mails de leitores contumazes de Santa Catarina dando conta que um sacerdote (1) de um templo (2) da IURD no Vale do Itajaí estaria ungindo o lubrificante intimo KY para casais frequentadores (3) aumentarem as chances de conceber seus filhos desejados. Seria também a unção do sexo vitorioso de Gizuz, isto é: Ter o filho do sexo desejado; ou expulsar o demônio da gravidez difícil; ou afastar o exu da gravidez indesejada (deve ser o tal do 
exu gostozinho); e por ai vai...

A frequentadora leva o lubrificante KY ao templo e, por uma módica quantia, o sacerdote 171 ora (ou unge, reza, sei lá eu...) o ungüento e a mulher vai para casa namorar com o maridão...
Outro dia foi o RR Soares com a unção da "recuperação da virgindade"... Agora esta!


Postou Danilo Fernandes do Genizah 

sábado, 13 de março de 2010

A Profecia e a Violência Bíblica


Dois advogados da Bavária (Alemanha) pediram há algum tempo a um ministro do governo alemão para classificar a Bíblia como um livro perigoso para crianças, por causa do seu conteúdo violento. "Ela prega o genocídio, o racismo, inimizade para com os judeus, execuções terríveis de adúlteros e homossexuais, o assassinato de seus próprios filhos e muitas outras coisas perversas", escreveram Christian Sailer e Jeoachim Hetzel. Mais tarde, ambos também disseram que a Palavra de Deus contém "passagens sangrentas e que violam os direitos humanos". Eles queriam que a Bíblia fosse colocada na lista de livros impróprios para crianças até que as passagens ofensivas fossem removidas. Quanta intolerância desses liberais!
Uma coisa está clara sobre esses advogados alemães: eles não entendem nada da interpretação das idéias e dos ensinamentos da Bíblia. Se formos nos basear no seu modo de pensar, todos os livros de história e a maioria dos artigos de jornal também teriam de entrar nessa lista, caso fossem aplicados os mesmos padrões. É claro que esse tipo de acusação é absurda, sendo fruto da lógica "politicamente correta" levada ao extremo.
Não obstante, durante anos tenho visto muitos cristãos que criam na Bíblia abandonarem a fé, por acreditarem que a violência por si só é sempre um erro. Muitos cristãos caíram por causa dessa linha de raciocínio liberal, que diz que a violência é sempre errada. Se isso fosse verdade, teria faltado ética ao próprio Deus.
O filme "O Patriota" foi considerado impróprio para menores [nos EUA], porque mostrava um menino tentando atirar num soldado inglês durante a guerra pela independência dos Estados Unidos. Não há quase nenhum palavrão e nenhuma cena de sexo no filme, mas por causa da visão liberal de que toda violência é categoricamente algo ruim, o filme foi censurado.
Você já parou para pensar: se Hollywood fizesse um filme fiel aos relatos da Tribulação e da Segunda Vinda, esse filme seria um dos mais violentos da história do cinema? Então, podemos nos perguntar: qual é a perspectiva bíblica da violência e como ela se relaciona com a profecia?
A Bíblia e a violência
Não estou dizendo que a violência é uma coisa boa. O que quero dizer é que, na perspectiva bíblica, neste mundo caído, pode-se afirmar que existe a violência "boa" e a "ruim". Creio que a Bíblia ensina que existe uma violência que deve ser exercida contra o mal e que há também a violência ruim, aquela praticada contra os inocentes.
A violência surgiu por causa da queda do homem, através do ato de rebeldia de Adão (Gênesis 3.1-18). Por causa daquele ato de desobediência, Deus amaldiçoou Adão, Eva e a serpente [Satanás] (Gênesis 3.8-18). A maldição de Deus foi o julgamento dos culpados por causa de sua rebelião. O julgamento normalmente envolve algum tipo de violência.
Já que Deus é justo, Ele não pode permitir que o pecado e a rebelião fiquem impunes. Logo, quando a justiça de Deus encontra o pecado, o resultado é um julgamento violento. O julgamento é necessário porque Deus é justo. Essa é a violência justa, de Deus para o homem.
A violência injusta é demonstrada pelo homem caído para com o seu semelhante, sendo que ela é uma conseqüência da sua natureza caída e pecaminosa. Por exemplo, violência ruim foi o resultado do ciúme que Caim teve de Abel, quando o assassinou (Gênesis 4.3-15) com uma faca que era usada para os sacrifícios (essa idéia está implícita na palavra grega usada em 1 João 3.12). Esse é o tipo de violência ruim à qual devemos nos opor, já que ela é a expressão do nosso pecado, da nossa rebelião contra Deus e Seus mandamentos.
As coisas não ficaram melhores depois que Caim matou seu irmão. Ao invés disso, elas degeneraram, gerando mais violência. Gênesis 6.11 nos diz que uma das razões para o dilúvio nos dias de Noé foi que "a terra estava corrompida à vista de Deus e cheia de violência".
Certamente não de violência justa, mas sim da violência reprovável dos homens, por causa do seu pecado. A justiça de Deus foi expressa no dilúvio porque Sua perspectiva era que a terra "...estava corrompida; porque todo ser vivente havia corrompido o seu caminho na terra" (Gênesis 6.12).A resposta de Deus foi: "...os farei perecer juntamente com a terra" (Gênesis 12.13) – um julgamento justo expresso no ato violento do dilúvio.
O dilúvio não lavou a natureza pecaminosa da humanidade, nem seus atos pecaminosos individuais. Já que a humanidade não poderia se autogovernar, Deus instituiu o instrumento do governo civil, acompanhado da pena capital, com o propósito de restringir a violência da humanidade (Gênesis 9.5-7), até que Cristo retorne para reinar e governar pessoalmente durante o Milênio. Gênesis 9.6 diz: "Se alguém derramar o sangue do homem, pelo homem [isto é, pela humanidade] se derramará o seu; porque Deus fez o homem segundo a sua imagem".
Assim sendo, o ato violento da pena capital foi determinado por Deus para ser mediado pelo governo civil como um tipo da violência justa. Deus implementou a pena capital para o assassinato mesmo sabendo, em Sua onisciência, que o Seu único Filho, o Senhor Jesus, seria assassinado no maior erro judiciário da história. A crucificação de Cristo foi claramente um ato de violência ruim.
Profecia e violência
Qualquer pessoa familiarizada com as profecias bíblicas sobre o final dos tempos entende que as Escrituras retratam a violência global. A Tribulação, que durará sete anos, será um tempo em que mais da metade da população do planeta irá morrer (veja Apocalipse 6.8,8,15). Alguns irão morrer pela mão de outros homens (Apocalipse 6.8), enquanto outros serão mortos por anjos (Apocalipse 9.15). Entretanto, todo esse período de sete anos é chamado de tempo da "ira de Deus" (veja Apocalipse 6.15-17; 14.10,19; 15.1,7; 16.1,19; 19.15). Zacarias 13.8 ensina claramente que dois terços dos judeus também serão mortos durante a Tribulação. Essa passagem não indica que porcentagem será destruída por agentes humanos ou divinos. Os eventos da Tribulação são uma mera preparação para o massacre que ocorrerá no Armagedom (Apocalipse 16.16; Joel 3.2,9-17), seguido pelo julgamento que nosso Senhor trará sobre o planeta Terra (Mateus 24.29-31; Apocalipse 19.11-21). Inclusive, no intervalo de setenta e cinco dias, entre a Segunda Vinda de Cristo e o início do Seu reino de mil anos (Daniel 12.11-12), todo incrédulo que ficar na terra será julgado e destruído (Mateus 13.40-43; 25.31-46).
Quando tentamos entender o plano profético de Deus para o universo e para a terra, deveria ficar claro que o julgamento de um Deus justo faz parte dele. Mas a graça de Deus para com os Seus eleitos, em todos os tempos, está incluída em todos os julgamentos relatados na Bíblia. O julgamento de Deus, que se dá através da história, é expresso na forma de uma violência boa, ou seja, da violência justa. Mas, por que é necessário que exista a violência proveniente de Deus?
O mal não pode ser removido sem a violência de Deus
Durante anos tenho encontrado muitas pessoas que expressaram seu desejo de ver o mal e a violência removidos do mundo. Essa preocupação se manifesta seguidamente em forma da pergunta: "Por que Deus permite as guerras, o sofrimento e a violência?" Tal questionamento demonstra como o mal e a violência não são entendidos corretamente.
O mal, a morte e a violência entraram no mundo como resultado do pecado do homem (Romanos 5.12-21; 1 Coríntios 15.20-22). O mal entrou no universo por intermédio de Satanás e de seus anjos caídos (Isaías 14.1-23; Ezequiel 28.1-19; Apocalipse 12.4), e o homem optou por ele. O julgamento de Deus através de um meio violento, a morte (e outros sofrimentos), é a única resposta que um Ser verdadeiramente santo e justo poderia dar.
Logo, para atender ao pedido dos críticos – "Deus não deve permitir o mal em Seu universo" – requer-se que haja um julgamento violento, para que o mal seja separado do bem. O pedido para que se remova o mal do universo é também uma exigência para que venha o fim da história, quando Deus removerá o mal através do Seu julgamento justo. É isso que o céu e o inferno representam: a separação eterna entre o bem e o mal. Não haverá violência no céu, mas ela nunca cessará no inferno. Paulo disse aos Tessalonicenses que eles poderiam descansar e não deviam preocupar-se em buscar vingança contra aqueles que eram a fonte de suas"...perseguições e tribulações" (2 Tessalonicenses 1.4). Por quê? Porque Deus irá tomar conta do problema quando voltar para o julgamento. Note que Paulo diz: "se, de fato, é justo para com Deus que ele dê em paga tribulação aos que vos atribulam e a vós outros, que sois atribulados, alívio juntamente conosco, quando do céu se manifestar o Senhor Jesus com os anjos do seu poder, em chama de fogo, tomando vingança contra os que não conhecem a Deus e contra os que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus. Estes sofrerão penalidade de eterna destruição, banidos da face do Senhor e da glória do seu poder, quando vier para ser glorificado nos seus santos e ser admirado em todos os que creram, naquele dia (porquanto foi crido entre vós o nosso testemunho)" (2 Tessalonicenses 1.6-10).
Tal declaração requer violência para que seja cumprida. Essa violência será boa e justa porque desse modo serão corrigidos alguns dos erros da história. O Deus da Bíblia é um Deus justo.
Conclusão
Certamente todos nós já lemos uma história ou assistimos a um filme em que um indivíduo, um grupo ou uma nação são oprimidos por um tirano ou um valentão. Num ponto crucial da história, um herói chega para salvar a vítima e destrói o opressor. Quando chega esse momento na trama, sempre há uma sensação de alívio e de euforia porque o mocinho triunfou sobre o bandido, o bem sobre o mal, a justiça sobre a injustiça. Isso é o que deverá acontecer no drama real da história humana. Nosso Senhor retornará à terra, no ápice da tirania global de Satanás, do Anticristo e do Falso Profeta; e os lançará no abismo e no lago de fogo (Apocalipse 19.19-20.3). Espero que você esteja ao meu lado celebrando quando esse evento violento ocorrer. Talvez o mundo incrédulo irá questionar essa violência. Ainda assim, esse será um tempo em que Deus implementará na história a Sua retidão e justiça.
Estou convencido de que uma das razões porque muitos incrédulos se opõem à violência é porque sentem, no fundo de sua alma, que são incrédulos e que violaram os padrões de justiça de Deus. Essas pessoas sentem que, quando chegar a hora em que Deus separará para sempre o bem do mal, serão elas mesmas que receberão o julgamento violento de Deus. Logo, assim como Satanás, elas buscam estabelecer um padrão artificial, pelo qual tentarão dizer ao Deus santo: "Isso não é justo!" E, se isso não é justo, Deus não tem o direito de julgá-las. Entretanto, suas consciências pesadas não serão a base legítima para condenar a Deus e escusá-las, pois as Escrituras dizem que, no julgamento final, ninguém poderá se esconder desse evento (Apocalipse 20.11) e toda boca se calará diante dEle (Romanos 3.19). Todas as criaturas entenderão que o Deus da Bíblia é justo e reto. Sendo assim, todos os Seus atos são justos e retos, mesmo os atos de violência.
Mas é maravilhoso sabermos que Ele já providenciou uma maneira de escaparmos do julgamento violento de Deus. Ele fez isso através da morte violenta de Jesus na cruz, para que todo aquele que nEle crer receba a vida eterna e não entre em condenação. Essas são verdadeiras "boas novas" diante da realidade em que vivemos.
Por isso podemos acreditar que nem todo tipo de violência é ruim. Alguns tipos são bons, conforme tem sido demonstrado na história atual e será revelado a todos para que vejam e entendam como se dará a implementação do plano de Deus no futuro. Maranata! (Thomas Ice,http://www.chamada.com.br)
Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite, janeiro de 2001.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Pastores presos nas ferragens de acidente louvam à Deus com hinos e levam os bombeiros às làgrimas.


Dois pastores evangélicos e um motociclista morreram num acidente envolvendo sete veículos, na manhã de ontem, na Rodovia do Contorno, trecho da BR 101 que liga Serra a Cariacica.

Os religiosos pertenciam à Igreja Assembleia de Deus e haviam saído de Alegre, município da Região Sul do Estado, rumo a uma convenção estadual da igreja em Nova Carapina II, na Serra.

Os veículos - cinco caminhões, uma moto e um automóvel Del Rey - bateram um atrás do outro. O engavetamento aconteceu às 8h15, no quilômetro 277, na Serra. Os pastores estavam no carro.

Tudo começou quando um caminhão freou por causa do intenso fluxo de carros no sentido Cariacica - Serra. Os veículos que vinham atrás dele frearam também, mas o último caminhão - de uma empresa de cerveja - não conseguiu parar a tempo. Com isso, os veículos que estavam à frente foram imprensados uns contra os outros.

Os pastores José Valadão de Souza e Nelson Palmeira dos Santos e o motociclista Jonas Pereira da Silva, 52 anos, morreram no local. Dois outros pastores, que também estavam no Del Rey, sobreviveram, e o motorista de um dos caminhões sofreu arranhões nas pernas. Nenhum dos outros caminhoneiros ficou ferido.

O proprietário e condutor do Del Rey é o pastor Dimas Cypriano, 61 anos, do município de Alegre. Ele saiu ileso do acidente e teve ajuda do motorista José Carlos Roberto, carona de um dos caminhões, para sair do veículo.

Seu amigo de infância, o pastor Benedito Bispo, 72, ficou preso às ferragens. Socorristas do Serviço Médico de Atendimento de Urgência (Samu) e bombeiros fizeram o resgate dele. O pastor teve politraumatismo e foi levado para o Hospital Dório Silva, na Serra.

A mulher de Benedito chegou a ver o marido sendo socorrido e teve que ser amparada por um familiar. Ela também seguia para a convenção num outro veículo. A rodovia ficou interditada durante vários momentos da manhã de ontem nos dois sentidos. O trecho só foi totalmente liberado no início da tarde.

O pastor Dimas Cypriano, que sobreviveu ileso ao acidente na manhã de ontem, no Contorno, contou que usava cinto de segurança e que ficou preso ao tentar sair. Ele dirigia o Del Rey e disse que precisou de ajuda para sair do carro. Mas depois continuou no local, acompanhando os trabalhos de resgate do colega, Benedito Bispo. Nas mãos, levava uma Bíblia que ficou suja de sangue. Mas isso não impediu que o pastor orasse durante o socorro.

O mais comovente do triste episódio, foi o relato dado por 2 pastores sobrevivente, e pelos bombeiros que tentavam tirar os pastores ainda com vida, que estavam presos nas ferragens.

As testemunha citadas acima, contam que os pastores Nelson Palmeiras e João Valadão, ainda com vida e presos nas ferragens, em meio a um mar de sangue que os envolvia, começaram a cantar o Hino 187 da harpa cristã:

Mais perto
Quero estar meu Deus de ti!
Ainda que seja a dor
Que me una a ti,
Sempre hei de suplicar
Mais perto
Quero estar meu Deus de ti!

Andando triste
Aqui na solidão
Paz e descanso
A mim teus braços dão
Nas trevas vou sonhar
Mais perto
Quero estar meu Deus de ti!

Minh'alma cantará a ti Senhor!
E em Betel alçará padrão de
Amor,
Eu sempre hei de rogar
Mais perto
Quero estar meu Deus de ti!

E quando Cristo,
Enfim, me vier chamar,
Nos céus, com serafins irei
Morar
Então me alegrarei
Perto de ti, meu Rei, meu Rei,
Meu Deus de ti!

Aos poucos suas vozes foram silenciando-se para sempre.

As lagrimas tomaram conta dos bombeiros, acostumados a resgatar pessoas em acidentes graves, porem jamais viram alguem morrer cantando um hino; como foi o caso dos pastores Nelson Palmeiras e João Valadão .


Notícia disponível no Galileo
Postou Zé Luís no Genizah